Dias do Vinil









Não partiram as fadas sem antes aparecerem junto dos cinco amigos, prometendo que o fogo sempre se manteria aceso, mesmo que o vento parasse de soprar ou a água lavasse a terra, e que eles jamais se esqueceriam da entrada do portal.

Se um dia uma Fada te der um nome, guarda-o e não o reveles a ninguém.
Nunca se sabe o poder que um nome mágico encerra.

E aqui começa a história da menina que não tinha um nome, mas que agora já tem.
O meu nome foi tantas vezes repetido, sem eu saber porquê, nem
ver nisso qualquer proveito para ninguém.

Sou da paz e do bem , acredito nas histórias que começam por
«era uma vez», o Rob Gordon é o meu ídolo dos livros
e do cinema e podem crer, as estórias que conto e as crónikas
que sempre escrevi, ,não são auto-biográficas.

O meu portátil está a dar erro, suponho que o defeito é meu.

Na sala de pegadas das árvores, a azáfama era muita. Os cinco amigos queriam que a menina tivesse uma festa linda e, por isso, convidaram todos os seres de Luz, todos os habitantes da floresta. A meio da festa apareceu a Fada Madrinha e aos cinco amigos deu-lhes o segredo do portal.
E disse, apontando a menina. tu és o Amor Puro e apontando
o outro disse; e tu és Dagda, o Deus Bom.
Souberam assim que estavam destinados um ao outro.
Não havia como fugir.


Tudo isto se passa no Ano 1834 e no prato  continuava a rodar o disco
dos Prefab Sprout.
O Amor Puro e Dagda, o Deus Bom, nunca mais se separaram.
Mesmo hoje os ouvi e dei-lhes a minha benção.
Sempre acreditei neles!

Que sejam Felizes, disse.
Nada Podes Contra Mim!

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